Filme
Junho 24, 2008
O poema que nunca escrevi é o que melhor descreve
O que o filme já passou, e que não vi, não vimos.
Do que tem passado…
Algo tem ficado.
O poema que nunca escrevi é o que melhor percebe
Que o romance que nunca foi, e que não vi, é aquele que tem inspirado
E o presente… esse sim tem passado.
Tem pecado.
O poema que nunca escrevi é o que melhor… melhor
O romance que senti talvez no filme tenha significado
E o futuro… esse sempre presente
Tem passado.
…
Não sei
No filme a vida parecia mais simplificada
Pena tenha saído de cartaz.
É o melhor (simples e desintencionado mas profundo) ler esse texto causa uma sensação que eu descreveria assim: é estar sentado sozinho à beira do mar num dia de inverno, pensando na merda do romance que se perdeu por simplesmente não ter tido a coragem de dizer: “que tal? vc não quer?” – Talvez a vida seja muito mais simples e nós tenhamos descoberto uma forma única de complicá-la. Tenho certeza que causa outras impressões em outras pessoas, mas essa foi a minha catarse. Rsrsrs